#COVID-19 | “Pandemia de Covid-19: Segurança Alimentar, Desperdício de Alimentos e Padrões de Consumo”

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Pandemia de Covid-19: Segurança Alimentar, Desperdício de Alimentos e Padrões de Consumo

Catarina Tecchio Godinho¹, Isabele Galdino Valter¹, Letícia Camargo de Sá Silva¹, Samara Melissa Gomes Fagundes¹Thaise Aline Muraro¹, Antonio Gonçalves de Oliveira²

1 – Bolsistas do Programa de Educação Tutorial em Políticas Públicas (PET-PP)/UTFPR.
2 – Tutor do Programa de Educação Tutorial em Políticas Públicas (PET/PP)/UTFPR

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou em 30 de janeiro de 2020 que a Covid-19, causada pelo novo coronavírus, constituía Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, o mais alto nível de alerta previsto no Regulamento Sanitário Internacional, e com o avanço do surto, em 11 de março a doença causada pelo SARS-CoV-2 foi classificada como pandemia (i). Na tentativa de conter a disseminação do vírus, vários (a maioria) países afetados implementaram medidas de distanciamento e isolamento social para diminuir o fluxo de pessoas e evitar aglomerações desnecessárias.

Créditos: Vatican News

Nas indústrias agrícolas e alimentícias também houve implementações de ações da mesma natureza para o distanciamento social, e novos protocolos sanitários foram adotados, com foco na proteção dos trabalhadores, desde a produção à exportação. Com isso, houve desaceleração nos setores e atraso no transporte de contêineres, comprometendo as redes de abastecimento alimentar, além de gerar desperdício de produtos perecíveis. Nesse sentido, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a OMS emitiram um alerta sobre o risco de escassez de alimentos no mercado mundial devido à possibilidade de restrições nas exportações, e ainda ressaltaram a importância da cooperação internacional para garantir a continuidade dos negócios comerciais, de modo que a cadeia de abastecimento não seja perturbada (ii).  

Para o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária na Câmara dos Deputados, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), a produção não foi afetada no Brasil devido à recente modernização do segmento, e por isso a plantação e a colheita seguem em ritmo normal. De fato, de todos os setores da economia, o agronegócio foi o menos prejudicado pela pandemia no país, sendo o principal responsável pelo superávit de US$ 5,061 bilhões registrado pela balança comercial nas quatro primeiras semanas de abril, de acordo com o Ministério da Economia, e considerado fundamental pelo governo para a recuperação econômica (iii).

Entretanto, há preocupações acerca da pecuária, decorrente em grande parte das interdições de frigoríficos, desencadeadas pela disseminação do coronavírus nos Estados Unidos. Segundo o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC), 115 instalações de processamento de carnes e aves reportaram casos de Covid-19 entre seus quadros, e 30 a 40 unidades foram fechadas. Sem plantas para processá-los, milhões de animais não utilizados foram abatidos, por métodos que vão de asfixia a tiro, mesmo com a demanda por alimentos crescente no país, e houve quedas na produção de aves, bovinos e suínos, comprometendo a cadeia de abastecimento. (iv)

No Brasil, o oeste de Santa Catarina e o Estado do Rio Grande do Sul concentram o maior número de casos confirmados de Covid-19 em frigoríficos. O alto contágio do vírus nesses locais se deve às condições de trabalho e ao ambiente ao qual funcionários são submetidos, com mão de obra intensiva, aglomeração de trabalhadores no transporte, refeitórios, intervalos e trocas de turno, além de ambientes refrigerados. Desde o início da pandemia, trinta instalações foram alvo de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), com a interdição de dois frigoríficos gaúchos e a redução de atividades em outro (v). Apesar disso, não há previsão de interrupção no abastecimento no país, tanto na pecuária quanto na agricultura, mas esse cenário mostra-se atípico em comparação com outros países.

Para David Beasley, diretor executivo do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas (WFP), o mundo poderá enfrentar fome de proporções bíblicas, causando uma catástrofe humanitária. Segundo previsões da organização, o ano de 2020 já seria o pior desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em parte devido aos conflitos e crises políticas e/ou econômicas em países como Iêmen e Venezuela, mas com a pandemia de covid-19 – somada a enxames de gafanhotos devastando plantações na África Ocidental na pior invasão dos últimos 70 anos – a situação se agravou inesperadamente e por isso demanda resposta imediata para que centenas de milhões de pessoas não sejam submetidas a condições desumanas (vi).

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013 7,2 milhões de brasileiros tinham insegurança alimentar grave – definida como a possibilidade de “passar pela privação de alimentos, podendo chegar à sua expressão mais grave, a fome” –  e em 2017, 54,8 milhões eram considerados pobres (vii). O IBGE não realizou pesquisas desse caráter novamente, mas quaisquer que sejam os índices atuais, é razoável presumir que a crise sanitária causada pelo SARS-CoV-2 agrava-los-ia consideravelmente, visto que o desemprego atingiu 12,6% no primeiro trimestre do ano, segundo o IBGE (viii), e que 40% dos brasileiros tiveram perda parcial ou total de renda mensal, de acordo com pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) (ix).

Além de garantir o funcionamento das cadeias de abastecimento alimentar, tanto as locais quanto mundial, evidencia-se a necessidade de políticas de segurança alimentar e nutricional para assegurar a todos o direito humano de alimentação adequada. Entre possíveis soluções para suprir a demanda de alimentos por milhões de pessoas, destaca-se a iniciativa SAVE FOOD da FAO (x), que pretende incentivar diálogos entre indústria, pesquisadores, políticos e sociedade civil sobre o desperdício alimentar. De acordo com a organização, um terço de toda a comida produzida mundialmente nunca é consumida, sendo descartados 45% de frutas e vegetais, 35% de peixes e frutos do mar, 30% de cereais, e 20% de laticínios e de carnes. 

Segundo o economista agro-alimentar Stjepan Tanic (xi), há diferença entre os conceitos de perda e desperdício de alimentos, e a classificação ocorre em função da etapa da cadeia de produção alimentar, que se estende da fazenda ao garfo. Para a maioria das pessoas, desperdício é o que ocorre em suas casas, quando a comida é jogada no lixo por ter expirado sua validade ou por hábitos que levam a descartes desnecessários. Já o que ocorre com o alimento antes de chegar ao consumidor, ocasionando perda nutricional e descarte de produtos danificados soma-se ao desperdício doméstico sendo ambas as situações categorizadas como perda, em geral devido à ineficácia na produção e processamento.

Para o economista da FAO, a distinção se mostra relevante quando são analisados dados de países em desenvolvimento, onde as perdas acontecem nos estágios de colheita e processamento, e de países industrializados, nos quais o desperdício é predominante nos níveis do varejo e do consumidor.  Países subdesenvolvidos enfrentam obstáculos como maquinaria e tecnologias ultrapassadas, e falta de acesso a equipamento essenciais para a colheita, processamento, transporte, armazenamento e refrigeração de alimentos, mas há menos desperdício por parte do consumidor pela oferta reduzida de produtos e menor poder aquisitivo da população, assim como preferências e padrões de consumo menos exigentes. 

Quando alimentos são descartados desnecessariamente, perde-se também a força de trabalho, o dinheiro e os recursos – terra fértil, água, energia – envolvidos na produção, além de implicar em emissão de gases de efeito estufa – agravantes da mudança climática – que poderia ter sido evitada. De fato, a pegada de carbono dos alimentos produzidos e não consumidos é estimada em 3,3 gigatoneladas de gás carbônico, de forma que se o desperdício fosse um país, ficaria atrás apenas dos Estados Unidos e da China em emissões (xii). 

Não há soluções simples para reduzir a perda de alimentos, mas é essencial fortalecer a cadeia alimentar investindo em infraestrutura e transporte, além de ampliar a indústria de processamento para aproveitar maior parcela da produção. Há também a necessidade de apoiar fazendeiros, auxiliando desde a escolha de sementes apropriadas para o clima e solo, da irrigação e proteção do cultivo, até a hora e a forma mais adequada de realizar a colheita e armazenar o produto. Outro recurso relevante é o uso da tecnologia, tanto no controle de qualidade da produção quanto no rastreamento do produto para determinar sua data de expiração e evitar descartes (xiii).

Já o desperdício, predominante em países desenvolvidos mas também significativo naqueles em desenvolvimento, está relacionado a uma cultura de consumo supérfluo, somada ao fácil acesso a alimentos, assim como preferências por produtos prontos para preparo e/ou altamente processados, e pode ser mitigado com o esforço conjunto de governantes e da sociedade. Um dos maiores fatores que contribuem para o descarte de frutas e vegetais é padrão imposto pelo consumidor do que é esteticamente aceitável para determinado item, o que causa lojas e mercados a rejeitarem os alimentos “feios” apesar de não haver diferença no valor nutricional. Há também o desperdício de produtos que não são vendidos e passam de suas datas de validade, sendo então descartados e causando também prejuízo aos comerciantes.

Nesse sentido, o Projeto de Lei 2.874 de 2019 do senador Ciro Nogueira (PP-PI) estabelece a obrigatoriedade da doação de alimentos não destinados à venda, mas que estiverem em condições de consumo seguro, para entidades beneficentes de assistência social, por parte de estabelecimentos atacadistas e varejistas que comercializem alimentos e não se enquadrem como microempresa ou empresa de pequeno porte. O objetivo é evitar o desperdício alimentar, que no Brasil chega a cerca de 41 mil toneladas por ano (xiv).

A conscientização dos consumidores é outro passo importante nesse enfrentamento. Entre as recomendações da FAO, encontram-se a redução de porções – tanto em casa quanto em restaurantes – para evitar sobras, o planejamento de compras para prevenir excessos e escolhas impulsivas, e o controle do estoque na residência para consumir sempre o que está mais perto de expirar, além do reaproveitamento de refeições, ressaltando que as orientações de temperatura e tempo de armazenamento devem ser sempre respeitadas. Se há alimentos ainda seguros para consumo que não serão aproveitados, é aconselhável procurar locais para doação, e se há produtores locais ou lojas que vendam os chamados vegetais feios, dar preferência na compra (xv).

No país, ressalta-se a iniciativa Mesa Brasil Sesc, uma rede nacional de banco de alimentos que atua contra a fome e o desperdício, formada por mais de 3.000 parceiros (produtores rurais, indústrias de alimentos, atacadistas e varejistas, além de empresas de vários ramos de atividade) que contribuem com seus excedentes e produtos fora do padrão de comercialização ainda próprios para consumo, atendendo pessoas em situação de vulnerabilidade assistidas por entidades sociais cadastradas. 

O programa ainda opera em caráter emergencial, mobilizando parceiros para arrecadar e distribuir comida às vítimas de calamidades, mas seu trabalho vai além da doação de alimentos. O projeto desenvolve cursos, oficinas e palestras para promover alimentação adequada, reeducação alimentar e  fortalecer a gestão das entidades envolvidas, possibilitando a difusão de conhecimentos e experiências junto aos profissionais, voluntários e beneficiados, além das empresas parceiras. (xvi)

O Mesa Brasil Sesc é um dos parceiros do programa Banco de Alimentos, coordenado pela Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do Município de Curitiba, que pretende aproveitar de forma integral alimentos do Mercado Municipal que fogem do padrão de comercialização e por isso eram previamente descartados. As doações serão destinadas a entidades que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, e reduzirão o desperdício, que representa algo próximo a 30% de todos os alimentos comercializados no mercado. (xvii)

As Centrais de Abastecimento do Paraná (CEASA/PR) também possuem Banco de Alimentos, arrecadando produtos não comercializados pelos atacadistas e produtores rurais das unidades, e recebendo doações do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que adquire alimentos de agricultores familiares que se enquadrem no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) -, para distribuição às entidades e famílias cadastradas (xviii). 

Há projetos para modernização dos bancos que permitirão o processamento dos alimentos no local, aumentando a validade dos produtos, com o intuito de estocar alimentos embalados a vácuo para atender casos de calamidade pública. Na Ceasa Curitiba, há outra iniciativa relevante: o espaço Cozinha Industrial oferece cursos culinários para evitar desperdício, ensinando técnicas para aproveitar partes de alimentos comumente desprezadas, em grande parte por hábito ou falta de conhecimento, tais como talos e folhas de couve-flor, brócolis, beterraba e cenoura, que possuem valor nutricional significativo. As oficinas já contaram com participação de entidades e famílias atendidas, assim como merendeiras de escolas e alunos de cursos técnicos de nutrição (xix). 

A pandemia prejudicou muitos brasileiros e tornou o futuro do país incerto, mas independentemente das circunstâncias, os governos devem garantir o direito ao acesso à alimentação adequada.  Projetos dessa natureza, em escalas municipal, estadual ou nacional, garantirão a segurança alimentar e nutricional de muitas famílias, e por isso, devem ser fortalecidos e ampliados, por governantes e/ou contribuições da sociedade civil, para auxiliar um número maior de pessoas. 

Campanhas de conscientização e ações educativas sobre o desperdício também são fundamentais para mudar os padrões de consumo e as atitudes que levam ao desperdício, visando também incentivar o consumidor a fazer escolhas que impliquem em uma alimentação mais balanceada e menor impacto no meio ambiente, assim como comprar de produtores locais para estimular a agricultura familiar. Futuramente, essas iniciativas devem ainda atingir as escolas, utilizando linguagem e práticas adequadas à faixa etária para estimular novas gerações a repensar sua relação com a comida. 

Concluindo tem-se que a crise sanitária causada pelo novo coronavírus apenas ressaltou as falhas já existentes nas cadeias alimentares, e devido à escassez de alimentos que se aproxima, não basta garantir sua continuidade. É imperativo analisar e reestruturar todas suas etapas, da fazenda ao garfo, para que alimentos próprios para consumo não sejam desperdiçados por motivos como falta de investimentos em infraestrutura e descaso de consumidores, enquanto centenas de milhões de pessoas sofrem com a fome em escala global.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

(i) Folha informativa – COVID-19 (doença causada pelo novo coronavírus). OPAS/OMS Brasil, 2020. Disponível em: <https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875>. Acesso em 02 de junho de 2020.

(ii) AFP. Com Coronavírus, há risco de “escassez de alimentos”, alertam ONU e OMC . UOL, 01 de abril de 2020. Disponível em: <https://economia.uol.com.br/noticias/afp/2020/04/01/onu-e-omc-alertam-para-risco-de-escassez-de-alimentos-provocada-pelo-coronavirus.htm>. Acesso em 01 de junho de 2020.

(iii) SARDINHA, Edson. Agronegócio ignora crise e cresce mesmo com pandemia de covid-19. Congresso em Foco, 28 de abril de 2020. Disponível em: <https://congressoemfoco.uol.com.br/economia/agronegocio-ignora-crise-e-cresce-mesmo-com-pandemia-de-covid-19/>. Acesso em 03 de junho de 2020.

(iv) DIAS, Marina. Fechamento de frigoríficos nos EUA gera abate de animais por asfixia, afogamento e tiro. Folha de São Paulo, 19 de maio de 2020. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/05/fechamento-de-frigorificos-nos-eua-gera-abate-de-animais-por-asfixia-afogamento-e-tiro.shtml>. Acesso em 03 de junho de 2020.

(v) ARAÚJO, Luiz Antônio. Coronavírus: frigoríficos concentram um terço dos casos de covid-19 no RS, diz Ministério Público do Trabalho. BBC Brasil, Porto Alegre, 26 de maio de 2020. Disponível em <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52802100>. Acesso em 03 de junho de 2020.

(vi) HARVEY, Fiona. Coronavirus pandemic will cause famine of biblical proportions. The Guardian, 21 de abril de 2020. Disponível em: <https://www.theguardian.com/global-development/2020/apr/21/coronavirus-pandemic-will-cause-famine-of-biblical-proportions?CMP=fb_gu&utm_medium=Social&utm_source=Facebook#Echobox=1587508755>. Acesso em 02 de junho de 2020.

(vii) FELLET, João. Os dados que contradizem a afirmação de Bolsonaro de que não há fome no Brasil. BBC Brasil, São Paulo, 19 de julho de 2019. Disponível em <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49039151>. Acesso em 02 de junho de 2020.

(viii) GARCIA, Diego. Pandemia destruiu um recorde de 4,9 milhões de postos de trabalho até abril. Folha de São Paulo, 28 de maio de 2020. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/05/desemprego-sobe-a-126-em-abril-com-efeitos-do-coronavirus-diz-ibge.shtml?origin=uol>. Acesso em 02 de junho de 2020.

(ix) CNI: perda total ou em parte da renda mensal já atingiu 40% dos brasileiros. Agência Brasil, 07 de maio de 2020. Disponível em <https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/05/07/perda-total-ou-em-parte-da-renda-mensal-ja-atingiu-40-dos-brasileiros.htm>. Acesso em 03 de junho de 2020.

(x) SAVE FOOD: Global Initiative on Food Loss and Waste Reduction. FAO, 2020. Disponível em: <http://www.fao.org/save-food/en/>. Acesso em 02 de junho de 2020.

(xi) Food loss or food waste? Anything but the same, says FAO expert. FAO, Budapeste, 09 de fevereiro de 2015. Disponível em: <http://www.fao.org/europe/news/detail-news/en/c/277058/>. Acesso em 03 de junho de 2020.

(xii) CHAINEY, Ross. Which countries waste the most food? World Economic Forum, 13 de agosto de 2015. Disponível em: <https://www.weforum.org/agenda/2015/08/which-countries-waste-the-most-food/>. Acesso em 05 de junho de 2020.

(xiii) Reducing Food Waste in Produce Processing. Asia Pacific Food Industry, 10 de janeiro de 2019. Disponível em: <https://apfoodonline.com/industry/reducing-food-waste-in-produce-processing/>. Acesso em 05 de junho de 2020.]

(xiv) REDAÇÃO. Projeto torna obrigatória doação de alimentos por grandes supermercados. Agência Senado, 17 de maio de 2019. Disponível em: <https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/17/projeto-torna-obrigatoria-doacao-de-alimentos-por-grandes-supermercados>. Acesso em 05 de junho de 2020.

(xv) Do good save food! Nine easy tips to reduce food waste. FAO, 22 de maio de 2017. Disponível em: <http://www.fao.org/resources/infographics/infographics-details/en/c/888007/>. Acesso em 05 de junho de 2020.

(xvi) Entenda. Mesa Brasil Sesc. Disponível em: <http://www.sesc.com.br/portal/site/mesabrasilsesc/Entenda/>. Acesso em 05 de junho de 2020. 

(xvii) Novo programa da Prefeitura vai evitar desperdício de alimentos. Prefeitura Municipal de Curitiba, 27 de setembro de 2020. Disponível em: <https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/novo-programa-da-prefeitura-vai-evitar-desperdicio-de-alimentos/52878>. Acesso em 05 de junho de 2020. 

(xviii) Banco de Alimentos. Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná. Disponível em: <http://www.ceasa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=13>. Acesso em 06 de junho de 2020. 

(xix) Em Curitiba, 4,6 mil toneladas de alimentos ‘escapam’ do lixo e vão para a mesa. Bem Paraná, 25 de novembro de 2019. Disponível em: <https://www.bemparana.com.br/noticia/em-curitiba-46-mil-toneladas-de-alimentos-escapam-do-lixo-e-vao-para-a-mesa>. Acesso em 06 de junho de 2020.

 

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